O goleiro Bruno de Souza raspou os cabelos no Complexo Penitenciário Nelson Hungria, de acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil de Minas Gerais.
Os pedaços de cabelo cortados foram queimados por agentes penitenciários dentro da cela, na frente de Bruno, para não serem usados como provas de exames de DNA, segundo a polícia. Isso foi feito para mostrar para o preso que o material não seria usado posteriormente. Normalmente, os cabelos cortados de presos são jogados fora.