Segundo a promotora, foram constatadas falhas sistemáticas no atendimento aos beneficiários, incluindo dificuldades para marcação de consultas e exames, demora excessiva nas respostas às solicitações, ausência de cobertura adequada e ausência de reembolsos de despesas médicas.
Entenda
Medidas para a empresa
Na ação, o MPBA aponta ainda descumprimento de normas previstas na Lei nº 9.656/98, no Código de Defesa do Consumidor e em resoluções da ANS, especialmente no que se refere à transparência, prazos de atendimento e garantia de cobertura assistencial.
“As irregularidades identificadas demonstram falhas estruturais na prestação do serviço, com potencial de comprometer direitos fundamentais dos consumidores, como o acesso à saúde, à informação e à segurança”, pontuou a promotora de Justiça Joseane Suzart. Segundo ela, informações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) constataram mais de 100 processos administrativos contra a operadora, além da instauração de regime especial de direção técnica, em razão de indícios de risco assistencial e falhas na prestação dos serviços.
Por: Metro 1